Uma mudança tão profunda nas relações de trabalho não pode ser determinada sem que trabalhadores, empregadores e representantes dos diferentes setores sejam efetivamente ouvidos. É um debate que exige embasamento técnico.
Defendo que questões relacionadas à jornada de trabalho sejam tratadas, prioritariamente, por meio do diálogo e das negociações coletivas. É nesse espaço que podem ser consideradas as particularidades de cada atividade, buscando soluções equilibradas e sustentáveis.
O Brasil precisa de decisões responsáveis, construídas com diálogo, segurança jurídica e respeito à realidade de quem trabalha e de quem gera empregos.