A CNC realizou, na última semana, em Brasília, dois eventos de grande importância para o fortalecimento da atuação do Sistema Comércio. O Conecta e o Sicomércio reuniram lideranças empresariais de todo o País, representantes das Federações, do Sesc , do Senac Brasil e dos sindicatos filiados para debater os desafios e avanços no setor terciário brasileiro. A abertura, realizada na segunda-feira (7), contou com a presença do vice-presidente da República e ministro do MDIC (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Geraldo Alckmin.
Em sua saudação, o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros , defendeu a integração entre capital, trabalho e governo como pilar para uma nação mais desenvolvida, democrática e socialmente justa.
“Nossa gestão não medirá esforços para avançar no entendimento entre capital, trabalho, sistema privado e governo, na consecução de objetivos indispensáveis a um país desenvolvido”, afirmou o presidente do Sistema.
Tadros também ressaltou a importância de valores como liberdade, segurança jurídica e democracia na construção de um ambiente favorável ao progresso. “Partindo dessas premissas básicas, teremos a sociedade ideal com que sempre sonhamos.”
Geraldo Alckmin elogiou o papel estratégico do comércio na geração de empregos e no desenvolvimento do Brasil. “O comércio aproxima os povos, gera emprego e desenvolvimento”, disse. O vice-presidente e ministro destacou a atuação do Sesc e do Senac na formação profissional e o compromisso do governo federal com a educação básica e o ensino médio. “O Sesc e o Senac fazem um trabalho maravilhoso na qualificação profissional”, enfatizou Alckmin, ressaltando a atuação do governo nas áreas sociais e de educação.
Os eventos da CNC Conecta e Sicomércio, de 7 a 11 de julho, reuniram 1.600 participantes de todo o Brasil no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), integrando as entidades do Sistema Comércio em programações que incluem debates, palestras e troca de experiências para o fortalecimento da representação sindical empresarial do setor terciário.
Projeto do Sesc de inclusão social pela música transforma vida de jovens pelo Brasil
As Orquestras Jovens do Sesc oferecem aos participantes muito mais que educação musical. Trabalham a inclusão social por meio da cultura e transformam a realidade de milhares de jovens pelo Brasil, criando um repertório também para a vida.
Em todo o Brasil, o que se vê são histórias de como a arte pode ampliar trajetórias e horizontes, promovendo inclusão, cidadania e oportunidades. O projeto foi criado em 2004. Está presente em 12 estados do Brasil e conta com mais de 1.400 alunos. Trabalha com cursos de instrumentos e prática de conjuntos.
As Orquestras Jovens são mais um exemplo de como é transformador o investimento dos empresários do setor do comércio de bens, serviços e turismo no Sesc, ajudando a desenvolver pessoas e o Brasil.
Alunos do Senac criam plataforma para facilitar aprendizado de Libras
Em uma iniciativa que uniu tecnologia à acessibilidade, alunos do curso de Programador Web do Senac Alagoas , na Unidade Agreste, em Arapiraca, desenvolveram uma plataforma on-line de apoio ao aprendizado e treinamento da Língua Brasileira de Sinais (Libras). O trabalho foi o Projeto Integrador (PI) da turma, realizado em parceria com colaboradores da unidade que participaram do curso de Libras.
A plataforma permite visualizar cards com vídeos explicativos de expressões em Libras, contendo título e descrição, além de funcionalidades administrativas para cadastro, edição, exclusão e moderação de expressões.
Além do módulo de visualização pública, a aplicação incluiu um painel administrativo completo, permitindo a criação de novos usuários, gerenciamento de conteúdo e moderação de expressões.
A expectativa agora é otimizar o uso da plataforma e expandi-la para outras unidades e contextos de ensino, além de promover o avanço da Libras em diferentes esferas dentro do Senac para que o processo de inclusão vá além da acessibilidade estrutural.
Peic: Endividamento segue em alta em junho, com foco crescente em dívidas de curto prazo, aponta CNC
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